Armazenamento de Dados

27 08 2008

Como evoluir para a correta armazenagem de dados e informações

A diferença entre o storage disponível e o volume de informações geradas tende a crescer cada vez mais dentro das corporações, tornando muito mais árdua a tarefa dos departamentos de tecnologia, responsáveis por fazer um gerenciamento adequado das informações armazenadas.

Para alguns segmentos, como o mercado financeiro e o setor de saúde, a importância de um armazenamento dinâmico de dados é evidente. Em ambos os casos, a pressão veio de cima, primeiro com a criação por parte do Banco Central do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), que obrigou as instituições financeiras a resolver o problema de compatibilidade e interconexão entre os sistemas de dados; agora com o TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar), modelo unificado criado pela ANS para o intercâmbio de dados entre operadoras de planos privados de assistência à saúde e prestadores de serviços. Para outros setores da economia, esta questão pode ainda não ter sido priorizada, mas certamente o será em um curto prazo.

Para se ter uma dimensão do peso estratégico do armazenamento de dados nos dias de hoje, segundo um estudo publicado recentemente pelo IDC, o volume de informações criadas, capturadas e replicadas em 2007 foi de 287 hexabytes (ou 281 bilhões de gigabytes), o que representa mais do que os 264 hexabytes atualmente disponíveis em discos rígidos, fitas, CDs, DVDs e memórias.

Um dos grandes problemas que acontecem nas médias e grandes empresas é o fato de um mesmo arquivo, seja ele um texto em Word, uma planilha em excel ou uma apresentação em power point, ou mesmo um e-mail, ser gravado várias vezes com nomes e/ou versões diferentes, gerando para cada arquivo até 60 copias diferentes no backup.

Com ferramentas especificas, no entanto, é possível identificar e mostrar a importância de cada dado. Quais podem ser apagados, quais podem ser migrados para um segundo nível de armazenamento, quantos estão duplicados e quais nunca serão modificados. Uma das principais soluções existentes hoje é a de-duplicação, que permite que um arquivo seja salvo apenas uma vez pelo backup, independente das versões que possam ser feitas a partir dele, o que resulta em uma redução diária de dados em até 300 vezes.

Além de ocupar apenas o volume irremediavelmente necessário no banco de dados da empresa, é preciso atentar para a segurança e alta disponibilidade dos dados. Ou seja, é preciso estar apto para resgatar toda e qualquer informação independente da origem, local de armazenamento ou idade dos dados.

A questão da mobilidade a que os executivos estão sujeitos nos dias de hoje é outro ponto que deve ser examinado com cuidado pelos departamentos de tecnologia das empresas. Hoje em dia, os dados armazenados em um computador são bens mais valiosos do que o equipamento, propriamente dito. Ter o computador invadido ou roubado pode significar que dados estratégicos e sigilosos sejam facilmente acessados por desconhecidos ou caiam nas mãos de espiões digitais, com resultados desastrosos e perdas financeiras significativas.

Exemplos recentes de roubos de dados sigilosos dominam as manchetes dos veículos especializados:

EUA perde dados de 3 milhões de condutores britânicos
Alunos do Reino Unido foram vítimas da perda de arquivos em um disco rígido, que continham nome, endereço, telefone e e-mail.

Reino Unido perde dados de 7 milhões de famílias
Órgão que controla o pagamento de impostos e benefícios reconheceu a perda de dados de 25 milhões de registros de crianças beneficiárias.

Dados de 100 mil trabalhadores são perdidos nos EUA
Órgão responsável pela segurança em aeroportos informa a perda de um disco com informações de atuais e antigos trabalhadores.

Roubo expõe dados pessoais de 337 mil eleitores nos EUA
Roubo de dois notebooks sem encriptação em Nashville vaza nomes e números do Seguro Social de 337 mil eleitores antes do Natal.

Vítimas de perda de dados nos EUA passam dos 100 milhões
Com a perda de dados de 382 mil funcionários da Boeing, lista que registra perda de dados desde 2005 passa marca dos 100 milhões.

Neste contexto, já há soluções a preços bastante convidativos que permitem que os dados dos notebooks sejam criptografados e acessados apenas por pessoas autorizadas.

Enfim, as companhias modernas devem se precaver e investigar a fundo sua arquitetura de dados de modo que otimizem investimentos futuros e simplifiquem os ambientes de gerenciamento. Isso não é para ontem, é para já!

Fonte: Document Management

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